terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O livro das princesas – Meg Cabot / Paula Pimenta / Lauren Kate / Patrícia Barboza

Nota 3/5
Eu me pergunto de quem foi essa ideia maravilhosa de juntar duas autoras brasileiras com duas autoras americanas em um livro de contos. E escrever releituras dos contos das princesas. Comprei o livro no impulso, junto com O livro dos vilões, simplesmente porque um dos contos de princesas é da Meg Cabot, e um dos contos de vilões é da Carina Rissi (algumas das minhas escritoras favoritas). E não me arrependo de forma alguma!!
Li primeiro O livro das Princesas, e antes mesmo de comentar os contos, deixa eu dizer que já fiquei super empolgada com a orelha do livro! Sua Alteza Real, a Princesa Mia Thermopolis quem escreve a sinopse. Uma fofura!
O livro é composto de quatro contos, de releituras de algumas das princesas mais conhecidas:

- A modelo e o monstro – Meg Cabot
Na minha opinião, a melhor história. Uma releitura da bela e a fera, aonde nossa querida bela é uma modelo e está viajando em um cruzeiro com o pai, a madrasta e a meia-irmã para curtir a lua de mel. Nessa versão moderna não temos nada de fantasia, e isso traz a gente pra dentro do universo mais fácil ainda, pode acontecer essa história com qualquer uma de nós. Puro amor por Meg, vontade de ter mais das histórias dela sempre. 4/5


- Princesa pop – Paula Pimenta
Devo admitir que sempre fui um pouco preconceituosa com autores brasileiros. Sempre coloquei a culpa na escola que só apresentava livros ‘chatos’ pra ler na escola, mas na realidade nunca fui atrás de autores dos estilos que gosto de ler (até achar Carina Rissi, mas é conversa pra outra hora...). Nunca tinha lido nada da Paula Pimenta antes, e fiquei muito impressionada com o conto. A ‘Cinderela’ é DJ nas horas vagas e o amor pela música leva ela a encontrar o seu príncipe encantado. Da mesma forma que a história da Meg, não temos magia nesse conto, e isso torna a história ainda mais maravilhosa. 4/5

- Eclipse do Unicórnio – Lauren Kate
Já vi os livros da Lauren Kate, mas nunca cheguei a ler. A história é uma nova versão da bela adormecida... mas achei muito idêntica a original... O único conto do livro que tem magia, mas não achei tão bem aproveitada. Parece apenas que ela alterou alguns itens da história original, um pouco do cenário e pronto. 2/5
- Do alto da torre – Patrícia Barboza
Nunca tinha escutado falar da Patrícia, e muito menos lido algum livro dela. Mas a história dela é fofa, talvez um pouco infantil pro que tô acostumada, mas é uma gracinha. Uma releitura da Rapunzel, uma mocinha de 15 anos que sonha em ser cantora. A história é uma graça, só achei que tudo aconteceu de uma forma muito fácil na história... 3/5




No geral, achei uma maravilha o livro. Fácil e rápido de ler. E acho sempre uma ótima ideia para conhecer novos autores. 3/5

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Abraços, Abraços e mais Abraços.

Oi pessoas, vamos falar de abraços?

Abraçar é instintivo: quando estamos tristes, procuramos pessoas  que nos envolvam com seus braços para nos sentirmos protegidos. Quando felizes, queremos abraçar alguém para dividir esse sentimento, demonstrar ou buscar carinho e afeição.
Abraço mata saudade, afasta o medo, faz a gente sorrir... E vamos combinar, abraçar quem a gente gosta é bom demais! 

Abraçar é tudo de bom, mas tudo aquilo que é bom demais, deve ser imoral, ilegal ou engorda, certo?

ERRADO!

Abraçar é bom e faz bem. E não pense você que eu sou só uma pessoa melosa e grudenta, a ciência está me apoiando  na minha missão de transformar o mundo em um lugar mais abraçável! 

Até porque eu realmente sou uma pessoa melosa e grudenta e eu gosto de abraços.... 

Os fatos são os seguintes: a  Universidade Médica de Viena (Áustria), depois de um estudo chegou à seguinte conclusão: abraçar alguém pode ajudar a reduzir o estresse, o medo e a ansiedade; além de reduzir a pressão arterial, dar um impulso positivo no seu sistema imunológico,  promover o bem-estar psicológico e mental  e melhorar a memória.

Quanto mais próximos emocionalmente são as pessoas que se abraçam mais, é possível notar uma elevação da ocitocina - popularmente conhecida como hormônio do amor - o que  ajuda a curar sentimentos de solidão, raiva e tristeza.  Quando o abraço é longo e apertado ele eleva os níveis de serotonina e esse neurotransmissor  aumenta nossos níveis  de felicidade. Como se isso tudo não fosse legal o suficiente, o ato de abraçar também baixa o cortisol, o hormônio do stress: relaxando os músculos, reduzindo a pressão e nos colocando em um estado semelhante ao de pós-meditação.

Eu já lhe dei  motivos suficientes para você sair por aí distribuindo abraços a torto e a direito, mas espera!
Nessa oferta especial,você não leva somente benefícios físicos quando você abraça outra pessoa!

O vínculo de confiança e carinho que se cria em um abraço verdadeiro ajuda a sedimentar uma boa auto-estima, ou curar uma auto-estima  "machucada" e essa confiança que se desenvolve é responsável por uma boa comunicação entre os abraçantes. Ou seja, pessoas que se abraçam com frequência, tem boas chances de saber se comunicar melhor e se amar mais.

E tem mais caros, amigos:  existem indícios que abraços podem ajudar em tratamentos de psicopatologias como  a depressão, a ansiedade e alguns distúrbios alimentares; sem falar na enxaqueca e até mesmo na esquizofrenia. 

Foi nessa pegada de melhorar o humor e de melhorar a saúde de forma geral que  a ABRAÇOTERAPIA  foi criada.   E a abraçoterapia, como o nome sugere, é uma  terapia que se apoia na demonstração de afeto através do toque, especialmente do abraço.

Não se sabe exatamente quantos abraços por dias são necessários para satisfazer nossas necessidades, mas a terapeuta familiar Virginia Satir dizia que eram necessários 4 abraços diários para sobreviver, 8 para se manter e 12 para crescer.

Eu proponho uma ação abracística!
Saia por aí abraçando seus amigos, seus colegas, seus parentes, seu cachorro, seu gato, seu chefe, seu papagaio, aquele cara mau humorado que você conhece, seu peixinho dourado! Abrace você mesmo. Um abraço apertado e com vontade... Que mal isso vai te fazer?

Investir em um bom abraço é lucro na certa. Vai por mim, eu andei lendo um pouco sobre o assunto.

E aí, quantas pessoas você abraçou hoje?


Se você ficou interessado nesse assunto todo, aqui e aqui  estão duas matérias sobre abraços bem legais. Só um detalhe, as duas matérias estão em inglês.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ingress: uma visão sobre o precursor do Pokemon GO

Com a notícia do lançamento do jogo Pokémon GO, muitos nerds e fãs em geral estão ansiosos para saber como será a jogabilidade. Embora não tenhamos as respostas para todas as perguntas, de uma coisa nós sabemos: parte dele será baseado no jogo ja existente chamado Ingress. Como sabemos disso? Veja mais a seguir.



A princípio, o que é o Ingress?

Criado pela Niantic Labs em parceria com o Google, o Ingress é um jogo de realidade aumentada que mistura o nosso mundo com o ficcional. A história conta que um novo tipo de matéria invisível foi descoberto emergindo na terra a partir de portais que ficam em locais com alguma importância artística, cultural ou histórica. Quando certos humanos entram em contato com essa matéria por um período de tempo, acreditam ter sofrido mudanças e se tornado mais inspirados e produtivos, essas pessoas são chamadas de sensitivas. Tecnologias são então criadas no laboratório para detectar e proteger os portais. Porém, após um grupo de sensitivos passarem por uma experiência estranha por ser exposta a uma grande quantidade da energia da matéria (e após muita confusão, incluindo fuga de alguns membros, perseguições e mensagens estranhas vindas do portal), o grupo se divide em duas facções: os Iluminados (que utilizam a energia da matéria e acreditam que ela é benéfica para a humanidade) e a resistência (que duvidam da energia e acreditam que ela pode ser prejudicial).


Símbolos: Iluminados (à esquerda), Resistência (à direita) e Ingress (centro).
É nesse contexto que o jogo se encontra. Após o vazamento das tecnologias do laboratório, qualquer um pode se juntar a uma das facções e lutar pelo domínio dos portais. O jogador, ao abrir o aplicativo no celular, verá o mapa indicando as localidades dos portais e precisará se aproximar deles para dominá-los, inserir escudos ou quebrar as defesas dos inimigos. O jogo tem parceria com o Google, ou seja: o mapa é realmente o da sua cidade (e do mundo inteiro). Essa é a característica mais marcante do jogo, a realidade aumentada permite/exige que os usuários andem pelo mundo real para conquistar os objetivos. Para dominar alguns portais (os que já foram dominados pela outra facção) serão necessários vários jogadores, ou seja: fazer amigos e andar com eles pela cidade é o melhor meio de passar de nível e dominar portais.



Opiniões e comentários.

Uma das coisas mais interessantes que aconteceu quando entrei no jogo foi o fato de um jogador da mesma facção que eu (eu escolhi ser dos Iluminados) vir falar comigo e pedir meu numero de celular. Após alguns minutos me encontrei em um grupo do Whatsapp com muitas outras pessoas me ensinando como jogar e o que eu deveria fazer. Eu não tinha a noção da quantidade de pessoas que jogavam esse jogo e de como elas eram unidas (fiquei sabendo por eles que o mesmo acontecia na outra facção). Eventos são organizados mensalmente com as duas facções, o que reforça ainda mais a comunicação e a união. Vi muitas amizades serem criadas naquele grupo.

A maior parte do tempo joguei na universidade nos diversos portais que existem lá dentro. A ideia é que você encontre um portal sem ter de andar muito do local em que se você se encontra. Acredite, existem lugares com tantos portais e com disputas tão acirradas entre os jogadores a fim de os dominarem que se torna comum ver pessoas embaixo de monumentos com seus celulares nas mãos jogando. Eu realmente só notei essas coisas depois que comecei a jogar também.




Para quem joga com muita frequência (e tem bastante tempo livre) o jogo não enjoa. O jogador quer sempre ficar mais forte para derrubar e criar defesas melhores e isso sempre estimula. Porém o jogo se torna mais complicado para quem não pode ficar andando por aí com muita frequência, estando fadado a ficar para trás em relação aos outros jogadores (mas, como existem sempre jogadores novatos surgindo, ser lento não é tão ruim assim).

A comunicação com pessoas da sua própria facção é interessante, mas é bom lembrar que existem todos os tipos de pessoas jogando esse jogo. Vi jogadores vendendo drogas e armas no grupo do Whatsapp, ou seja: não é aconselhado para crianças e mesmo os adultos devem tomar ‘certos cuidados’.

Por fim, esse é um jogo que eu aconselho todos os fãs de jogos a tentarem pelo menos uma vez na vida, principalmente para quem tem muito tempo disponível e um meio de se locomover sem que seja assaltado (muito embora esse último ponto não atrapalhe a maior parte dos jogadores). O jogo so tende a ficar mais interessante com o tempo. E, além de tudo isso, existe uma história fantástica por trás que vale a pena ser vista na íntegra no site do jogo, tanto que existem rumores de uma série que vai ser estreada baseada nessa história.


Mas e o Pokémon GO?

A Nintendo, a Google e a Niantic Labs são as empresas responsáveis pela criação do Pokémon GO, sendo a última a responsável pela jogabilidade em realidade aumentada, recebendo recentemente grandes incentivos das outras duas para melhorar a sua tecnologia para a criação do tão esperado jogo. Portanto, para os fãs da série animada, vale a pena dar uma olhada no Ingress e ter uma noção (mesmo que pequena) do que espera-se para o Pokémon GO. No mais, teremos de esperar o lançamento para podermos finalmente (viajar o mundo - $$$ - e quem sabe) capturar todos!



Algumas informações citadas podem ser encontradas nos sites:


Notícia sobre a série de TV baseada na história do Ingress: 
http://www.tecmundo.com.br/video-game-e-jogos/77298-ingress-jogo-google-virar-seriado-tv.htm

Site do Ingress:

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Um amor de cinema - Victoria Van Tiem

Foto: Artur Procópio e Lucas Poke
Nota 4/5
Kensington ("Kenzi") Shaw tem 29 anos e é viciada em filmes, especialmente comédias românticas. Ela é designer e acaba de ficar noiva de um cara perfeito: apaixonado, bonito, charmoso, com emprego importante e, o principal, adorado por sua família. Para ela, a aprovação dos pais, do irmão e da cunhada em qualquer detalhe de sua vida é um fato inédito. Assim, ela acha que estar noiva de Bradley é a melhor coisa que poderia ter lhe acontecido e o caminho certo para finalmente conseguir um lugar ao sol no grupo perfeito que acredita que sua família forma. 

Mas, seu plano é ameaçado quando seu ex-namorado de faculdade, Shane Bennett, reaparece como cliente da empresa na qual Kenzi trabalha. Ele pretende abrir um restaurante temático, baseado nos filmes que ela adora e, ainda por cima, propõe um jogo no qual eles dois devem reencenar cenas de dez filmes românticos. Só que ele impõe isso como condição para que assinar o contrato com a empresa de Kenzi, que não anda bem financeiramente. 

Então, correndo o risco de ser demitida, por causa de um corte de despesas, e não querendo adiar o casamento por falta de dinheiro, ela se vê sem saída e aceita a proposta de Shane, e é aí que a história começa. 

Um livro bem leve e divertido. É fácil se identificar com Kenzi.  Primeiro por que o livro consegue juntar todos aqueles filmes de comédia romântica que adoro ver (exemplos: "A Verdade Nua e Crua", "Amor à Segunda Vista", "Sintonia de Amor", "Uma Linda Mulher", "O Diário de Bridget Jones", e muitos outros). Só por isso já super me identifiquei com a Kenzi, que é alucinada por filmes românticos e, inclusive, sabe todas falas decoradas (isso eu não sei gente, minha memória não permite, rs). 

Além disso, ela tem as preocupações comuns das personagens femininas do universo chick-lit: beirando os trinta, louca pra arranjar um namorado/marido, preocupada com o relógio biológico da gravidez, uma certa insegurança e uma atração surpreendente para confusão. A diferença dela da maioria dessas personagens é que Kenzi não é sem noção. Apesar do dilema da escolha entre Bradley e Shane, a indecisão dela não fica cansativa, nem a torna chata. 

Ela tem uma relação meio complicada com a família, que não a enxerga e possui um padrão de perfeição, de modo que Kenzi nunca parece ser boa o bastante, principalmente se comparada com Ren, a esposa de seu irmão que praticamente ocupa o lugar de filha que caberia à Kenzi. Por isso, ela fica tão convencida de que seu noivo Bradley é a melhor forma de conseguir um pouquinho de atenção e mostrar que também tem seu valor. Mas, acontece que Kenzi não queria apenas se apaixonar, ela queria "se apaixonar em um filme", coisa que só conseguiu com Shane Bennett, o ex-namorado de faculdade (ainda não superado) que volta propondo o jogo que falei no início. 
E, assim, Shane retorna à vida dela, decido a reconquista-la e jogando pesado para conseguir que ela cancele o casamento. Digo isso por que as coisas que ele faz e propõe são realmente muito fofas e incríveis. Kenzi fica dividida entre o relacionamento responsável e adulto que seu noivo representa e o "amor de cinema" que somente consegue sentir com Shane. 
O que tenho a dizer sobre Shane: um sonho. É gato, um fofo, adora ver filmes românticos, sabe as falas decoradas e, ainda assim, não é gay. Precisa dizer mais??? 
Nunca tinha lido nada da Victoria Van Tiem, mas gostei da escrita dela, a leitura flui bem e em nenhum momento achei o livro cansativo. Foi muito divertido tentar adivinhar quais cenas dos filmes listados seriam reencenadas por eles e, depois, quando chegava a hora, ver a forma como eles conseguiam reconstruir esses momentos. Eu já tinha visto a maioria dos filmes da lista de Shane, mas depois de ler o livro, fiquei curiosa para ver os que faltavam. 
Achei legal que a autora conseguiu transmitir dilemas simples, mas muito cotidianos que ocorrem nos relacionamentos de hoje em dia, como o "ele está online? Será que vai mandar mensagem???" (Versão atual do clássico "será que ele vai ligar?!?!"), como neste trecho: 

"Não falo com Shane desde ontem. Olho a janela do bate-papo do Facebook a todo instante, para ver se a bolinha verde aparece ao lado do nome dele. Tenho certeza de que na fazenda tem internet. Talvez não, a bolinha não aparece. Será que ele já está voltando? Não sei. Não está online, o que é bom, por que não quero que ele saiba que eu estou. Posso desativar o bate-papo, mas aí não saberia se ele está online. Um raciocínio muito maduro." (p. 113, Um Amor de Cinema). 

Outro trecho que adorei e que na minha opinião diz muita verdade sobre filmes românticos: 

"Algumas das melhores comédias românticas têm menos a ver com o cara, por quem você suspira, e mais a ver com a heroína, com quem você se identifica" (p. 207, Um Amor de Cinema). 

Resumindo, esse livro me fez pensar por eu tanto adoro comédias românticas. Adorei, recomendo como ótima opção pra passar o tempo e quando você estiver afim de ler nada muito sério e que te deixe viajar na história.

Sinopse oficial: 

Neste irresistível romance, Kenzi Shaw, uma designer fanática por filmes, é lançada nas águas turbulentas do amor — ao estilo de Hollywood — quando seu lindo ex-namorado lhe propõe uma série de desafios relacionados a comédias românticas para reconquistar seu coração. 
Que garota não gostaria de vivenciar a cena das compras de Uma linda mulher? É o desafio número dois da lista. Ou tentar fazer os passos de dança de Dirty dancing? É o número cinco. Uma lista, dez momentos românticos de filmes e várias aventuras depois, Kenzi se pergunta: ela deve se casar com o homem que sua família adora ou arriscar tudo por um amor de cinema?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

1 Milhão de motivos para casar - Gemma Townley

Hello, Hola, olá! 

Como todos q já leram meu perfil sabem, eu sou uma fanática por comédias românticas, o que é ótimo pq todos adoram meu vicio por livros e filmes românticos! (Bem... Nem todos... Meu namorado me acusa de trocar ele pelos livros....) >.< 

Hoje queria comentar sobre um livro que li agora no início do ano enquanto sofria de abstinência de internet, 1 Milhão de motivos para casar, de Gemma Townley.





Então, eu tava lá no meu tédio sem internet e fui comprar um livro pra ler pq já estava morrendo de necessidade de ler algo, enquanto rodava a livraria achei esse livro, como sou dessas pessoas que gosta das capas do livro eu peguei para ler a sinopse e achei incrível! (Apesar de que eu mudaria o título do livro pra 4 milhões de motivos para casar.... Pq afinal ela herdaria 4 milhões de libras!) além de uma sinopse que te deixa louca para ler o livro logo na capa tem um comentário da incrível Sophie Kinsella, então peguei e disse: é esse! E acredito que tomei uma ótima decisão!

(Pausa para um comentário: quando pesquisava sobre a autora descobri que ela é irmã de Sophie Kinsella então claro que já amamos ela!)

Quanto ao livro, bem Jessica Wild fez uma amizade com Grace uma das senhoras do abrigo de sua avó, e que senhora hein! Mesmo depois do falecimento de sua avó Jessica continuou a ir ao asilo visitar Grace e alguns anos depois ela morre... Mas claro que não morreu sem causar uma grande confusão, ela simplesmente deixou uma herança milionária para Jessica! Bem... Jessica Milton não Jessica Wild.... O que? Como assim?? Eu explico... Calma calma.... Então nessas visitas Grace sempre perguntava a Jess como iam os amores da vida, pq afinal para Grace a vida tinha que ter um doce do amor, e Jess resolveu inventar um namorado para felicidade de Grace, e não gente ela não sabia que isso ia gerar tanta confusão, e claro que a gente adora confusão né, quando Grace faleceu ela deixou em seu testamento toda sua herança para Jessica Milton, a Jessica que tinha falado que se casou com seu chefe, a Jessica que tinha um homem em sua vida, bem.... E agora? Ela nunca se casou, muito menos namorara seu chefe, Anthony Milton, ela apenas o usou para criar a história para Grace ficar feliz.... Mas veja por esse lado, de acordo com o testamento ela tem 50 dias para aparecer com os documentos e receber sua herança milionária, então claro que isso significa que ela teria 50 dias para se casar, e claro isso significa muita mas muita confusão! Afinal quem conseguiria fazer um cara se apaixonar, propor casamento e se casar em apenas 50 dias?! Isso realmente vai ser o suficiente para Jess? Um casamento às pressas com um homem mulherengo e festeiro? Maaaassss nunca se sabe o que pode ocorrer no meio da enorme confusão que Jess estava metida.

Eu, diga-se de passagem que adoro confusão, amei ler essa história, nada como uma boa comédia romântica pra te fazer esquecer do mundo e só querer ler pra descobrir como tudo acabou! E que final hein! Me segurei muito pra não dar spoillers, quem resolver ler o livro por favor comente comigo para eu ter alguém com quem conversar sobre o livro! 

Nota 5!! 

Nota 5/5

Pra quem ficou curioso sobre o livro corre e da uma lida! 
Deixo vocês com a sinopse oficial do livro
Bjos bjos espero que gostem!


1 MILHÃO DE MOTIVOS PARA CASAR
De Gemma Townley

Sinopse:
Quatro milhões de libras. Para Jessica Wild, este é um valor que ela nunca, nem em seus sonhos mais loucos, conseguiria ter. Porém é mais ou menos o quanto ganha quando sua amiga Grace morre e a deixa como herdeira. O único obstáculo entre Jess e a fortuna é um detalhezinho no testamento: seu nome aparece como Jessica Milton. 
A questão é que... Bem... Grace sempre perguntava sobre a vida amorosa de Jess. Ela por sua vez, sem acreditar no amor e na felicidade conjugal acabou inventando um namorado — que viria a ser seu marido de mentira. O sortudo foi Anthony Milton, seu chefe. E agora Jess se vê em um beco sem saída: a única maneira de conseguir a herança é se casar com Anthony. Em cinquenta dias. E sem que ele saiba o verdadeiro motivo. Mas será que o casamento seria o melhor investimento para garantir a felicidade de Jess? 


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Samanta Sweet, executiva do lar - Sophie Kinsella

Nota 4/5
Sophie Kinsella é uma das minhas escritoras favoritas de chick-lit. Apesar dos livros seguirem um padrão, é sempre uma leitura leve, fofa e extremamente divertida. Samantha Sweet é uma história muito fantasiosa, que eu não vejo de forma alguma acontecendo na 'vida real'. Uma advogada não só viciada no trabalho, como também é a única coisa na vida dela, que comete um erro considerado absurdo na sua área, e em um momento de desespero sai sem rumo da empresa sem saber o que fazer.

Ela acaba em frente a uma mansão, e na tentativa de pedir informação e um lugar para descansar, é confundida com uma candidata a empregada doméstica. E como acontece em muitas histórias da Sophie, uma mentira leva a outra e com a falta de habilidades de Samantha para fazer qualquer coisa, além de advogar (sério, qualquer coisa, ela não sabe nem fazer uma torrada, muito mesmo limpar uma casa), ela se vê presa em um caos do qual não consegue sair. Sorte a dela que o povoado aonde ela foi parar tem pessoas muito fofas e propensas a ajudar, além dos patrões super carismáticos.


Não dou cinco estrelas pro livros porque não me agradou muito ela ter que escolher os extremos de profissão. Ter uma carreira bem sucedida de advogada que simbolizava abdicar de toda uma vida social, ou ser doméstica, uma profissão 'não nobre' (a sensação que dá ao ser descrita em algumas situações no livro) para ter a liberdade, vida pessoal e até mesmo um romance. É como se não existisse um meio termo de forma alguma, um emprego dentro da carreira que ela construiu, aonde ele pudesse ser bem sucedida ao mesmo tempo que aproveita as horas vagas relaxando com os amigos e/ou tendo um relacionamento. E sem descriminação por sexo, imagino que qualquer pessoas, homem ou mulher, não gostaria de estar estar tendo a mesma vida que a Samantha.  Acho que a Sophie poderia ter colocado essa escolha de uma forma mais realista.

Somando essa mocinha engraçada, desastrada e propensa a se meter em confusão, um mocinho extremamente charmoso e fofo, e personagens secundários divertidos. Com o desenvolvimento da Samantha ao longo do livro para assumir as rédeas da vida e se encontrar como pessoa. Temos um livro bem fácil, rápido e leve de ler, e recomendo para que gosta do gênero. E recomendo não ler em público, a não ser que você controle bem as gargalhadas.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Comece a ler já, Pergunte-me como!


Oi pessoas, vamos todos virar leitores vorazes?



Recentemente uma estatística assustadora foi jogada na minha cara. No ano de 2014, 70% dos brasileiros não leram um livro sequer!

Nenhum!

Essa pesquisa foi realizada pela Confederação de Comércio do Rio de Janeiro e honestamente eu fiquei assustadíssima. Não porque a média de leitura caiu ainda mais em comparação ao ano de 2013 - que, diga-se de passagem, já era baixa -  mas porque todas essas pessoas estão perdendo a oportunidade de se tornarem melhores. Pessoalmente eu acredito que todo mundo é um leitor, não um leitor em potencial, um leitor e ponto. O problema é que as pessoas ainda não acharam o livro certo e/ou estão presas nas garras da preguiça.

Resolvi tomar uma providência, não por ser uma alma elevada que quer ajudar os outros, e sim por eu realmente precisar de mais pessoas para comentar comigo sobre os livros depois de eu lê-los.

Sou egoísta assim.  

Primeiro, abra seu coração e deixe-me te mostrar 5 simples motivos PORQUE LER VAI MUDAR SUA VIDA!

  • Ler é exercício para o cérebro: Que ler faz bem todo mundo sabe, né? Mas você sabia que um hábito de leitura pode ajudar na prevenção do Alzheirmer? Isso é um fato,  deixar-se levar por  uma boa história diminui em 30%a chance de se desenvolver  essa doença.
 
  • Diminui o stress: O peso das atividades diárias, como escola, faculdade, trabalho e trânsito podem trazer problemas para nossa saúde física e mental. Agora, se você dedicar um pouco que seja do seu tempo e se perder em um livro, esse stress diário vai diminuir. Uma boa história vai te envolver e você se esquecerá  dos problemas, nem que seja  um pouco.

  • Quem lê, fala bem:  Não tem como negar: um leitor habitual tem um vocabulário mais desenvolvido que do que o  um não leitor. A leitura vai ajudar não só o saber de novas palavras, mas também enriquecer sua  articulação de frases e pensamentos.

  • Quem lê, pensa bem: Da mesma forma que a leitura desenvolve a nossa comunicação, ela também impulsiona um pensamento crítico e um acúmulo de conhecimento. Tudo aquilo que você lê é absorvido e pode ser usado na sua vida de uma forma ou de outra. Além disso, você vai perceber com o hábito da leitura uma melhora sensível na sua concentração.

  • Quem lê, escreve bem:  Estamos está em um mundo conectado e,sempre escrevendo.  Se você quer desaparecer na massa, continue aí sem ler nenhum livro por ano. Agora se quiser melhorar sua forma de escrever, conhecer diferentes estilos de escrita que não são as redações que a gente aprende na escola, fazer a diferença em um vestibular, ou em uma  entrevista de emprego, mostrando habilidades de escrita acima do comum... Pegue um livro AGORA!

O hábito da leitura vai realmente transformar você em uma pessoa melhor. E não pense que isso significa só ler mais que a maioria da população brasileira. Um livro pode te levar para lugares que você nunca imaginou, além de te fazer conhecer países e terras fantásticas  pelos olhos do personagem e do autor, viver situações novas, aprender com erros que você não cometeu, ser apresentado a novos problemas e maneiras de resolvê-lo que nem tenham lhe passado pela cabeça.

Ler é também a maneira mais prazerosa de escapar da realidade; uma maneira de descobrir coisas que você nunca soube, se interessar por assuntos que você nunca sequer ouviu,  conhecer as mentes de outros seres humanos sem de fato ter que conversar com eles. Então, por que raios você  abandonou  essas  oportunidades maravilhosas só porque você se convenceu de que ler dá muito trabalho?

Eu sei que as vezes começar a ler pode ser difícil, mas eu tenho algumas dicas e truques que podem ajudar você a se tornar um leitor voraz!

  • Fique dentro da sua zona de conforto no início.
Não tente ler alguma coisa só porque está na moda.  Pergunte aos seus amigos com estilo parecido ao seu quais os livros preferidos deles, busque indicações, leia resenhas na internet... . Pense nos filmes que você gosta de ver, nas séries que você assiste. Isso tudo pode te levar a achar o livro certo.

  • Dê uma chance às séries de livros.
Pode parecer besteira, mas uma série pode ser um excelente lugar para começar o hábito de ler, afinal, o final de um livro vai te dar vontade de ler outro.

  • Tente livros de conto.
Se você tem preguiça de livros longos, comece por contos. São pequenas histórias que podem ser lidas com rapidez e não perdem em nada para livros gigantes. 

  • Tenha uma meta diária.
Se você estabelecer uma meta diária, vai ficar mais fácil adquirir esse hábito. Pode ser uma meta de tempo, como ler por 30 minutos todos os dias, ou de páginas, ler 10 páginas por dia. Seja qual for, eu aposto que depois de um tempo 30 minuto vão virar horas e mais horas e 10 páginas se transformarão em um livro todo.

  • Dedique-se.
Quando você for ler, evite ficar perto de distrações como a TV, a internet, o celular e todas as pequenas distrações que te rodeiam. Pense nesse tempo como um momento especial que você vai ter com um amigo que está conhecendo. Por isso, escolha um momento que você possa realmente relaxar e aproveitar os detalhes da história que você está lendo.

  • Respeite-se.
Se você leu um capítulo inteiro e não gostou do livro, não tenha pena de trocar e buscar outro. Forçar uma coisa assim pode fazer você ficar com birra de ler. E, no final das contas, ler tem que ser um prazer.

  • Motive-se.
Crie uma lista de todos os livros que você já leu.  Faça uma contabilidade de páginas lidas em um ano. Anote a primeira e a última palavra de todos os livros que você leu. Siga um desafio literário. Escreva resenhas.  Busque coisas que façam você ter mais vontade de ler. Manter-se motivado pode ser mais fácil do que você imagina.


Essas são as minhas dicas, mas talvez um pensamento ainda mais importante é que um  livro lido por obrigação não vai ter grande impacto na sua vida. Em oposição a isso qualquer livro  lido com animação e boa vontade vai ser de grande importância. Tente superar sua relutância lembrando-se do valor que a leitura tem. 

Eu garanto que ler não dói e não tem contra indicação!